Notícias

Arrecadação com aplicativos somou R$ 32 milhões em dois anos

Foto: Daniel Castellano / SMCS

| 2/10/2019

A Prefeitura arrecadou R$ 32,65 milhões em quase dois anos de cobrança do chamado preço público das empresas de aplicativos de transporte, as Administradoras de Tecnologia em Transporte Compartilhado (ATTCs), como Uber, Cabify e 99.

A cobrança teve início no final de setembro de 2017 e o secretário municipal de Finanças, Vitor Puppi, lembra que esses recursos têm se mostrado importantes no esforço de recuperação fiscal do município.

"É uma atividade que vem crescendo e com isso o preço público arrecadado pelo município também vem aumentando", diz Puppi.

De janeiro a agosto desse ano, o valor arrecadado com os aplicativos somou R$ 14,3 milhões, 85% mais do que os R$ 7,7 milhões apurados no mesmo período do ano passado.

O valor arrecadado pela Prefeitura, recolhido mensalmente, é estabelecido com base em três diferentes faixas. Por corridas de até 5 km, as empresas pagam R$ 0,08 (oito centavos) por quilômetro; de 5 a 10 km, R$ 0,05; e acima de 10 km, R$ 0,03.

Hoje estima-se que são cerca de 12 mil motoristas cadastrados em aplicativos de transporte compartilhado. A Urbanização de Curitiba (Urbs) deve iniciar em breve o cadastramento dos motoristas dos aplicativos.

O total computado pelos ATTCs supera o valor que os 2,9 mil taxistas da capital, por exemplo, arcam para exercer suas atividades – cerca de R$ 4,3 milhões por ano, decorrentes de valores de outorga (R$ 1.350 por táxi) e taxa de administração (R$ 162).

Melhorias

Em novembro do ano passado, a Prefeitura publicou a atualização da regulamentação do setor, com melhorias para motoristas e usuários e condições de tráfego nas ruas de Curitiba.

O emplacamento do veículo, antes restrito a Curitiba, agora pode ser feito em qualquer cidade do país. Outra novidade é que cada automóvel pode ter mais de dois motoristas credenciados, o que ajuda a evitar o crescimento desnecessário da frota e congestionamentos. Até então, o limite era de dois motoristas.

O tempo de fabricação dos veículos autorizados a trabalhar no transporte privado de passageiros também foi ampliado. Antes limitado a cinco anos, agora esse prazo máximo é de sete anos.

A idade veicular de sete anos está em consonância com a média adotada nas principais capitais brasileiras em que o serviço opera com satisfatórios indicadores de qualidade. Para veículos elétricos ou adaptados para transporte de pessoas com deficiência o prazo permanece de até oito anos.

Em agosto, o prefeito Rafael Greca assinou um decreto em que amplia a regulamentação, com o compartilhamento de dados cadastrais dos motoristas entre empresas e a Urbs.

Categoria: Outros

Arquivos

Novembro 2019
Outubro 2019
Setembro 2019
Agosto 2019
Julho 2019
Junho 2019
Maio 2019
Abril 2019
Março 2019
Fevereiro 2019
Janeiro 2019
Dezembro 2018
Novembro 2018
Outubro 2018
Setembro 2018
Agosto 2018
Julho 2018
Junho 2018
Maio 2018
Abril 2018
Março 2018
Fevereiro 2018
Janeiro 2018
Dezembro 2017
Novembro 2017
Outubro 2017
Setembro 2017
Agosto 2017
Julho 2017
Junho 2017
Maio 2017
Abril 2017
Março 2017
Fevereiro 2017
Janeiro 2017
Dezembro 2016
Novembro 2016
Junho 2016
Maio 2016
Abril 2016
Março 2016
Fevereiro 2016
Janeiro 2016
Dezembro 2015
Novembro 2015
Outubro 2015
Setembro 2015
Agosto 2015
Julho 2015
Junho 2015
Maio 2015
Abril 2015
Março 2015
Fevereiro 2015
Janeiro 2015
Dezembro 2014
Novembro 2014
Outubro 2014
Setembro 2014
Agosto 2014
Julho 2014
Junho 2014
Maio 2014
Abril 2014
Março 2014
Fevereiro 2014
Janeiro 2014
Dezembro 2013
Novembro 2013
Outubro 2013
Setembro 2013
Agosto 2013
Julho 2013
Junho 2013
Maio 2013
Abril 2013
Março 2013
Fevereiro 2013
Janeiro 2013
Dezembro 2012
Novembro 2012
Outubro 2012
Setembro 2012
Agosto 2012
Julho 2012